Tratamento do Ombro e Cotovelo

PATOLOGIAS DO OMBRO:

1.1 LESÃO DO MANGUITO ROTADOR – “bursite”ou “tendinte “do ombro são termos usados para descrever estas lesões. Geralmente associadas a sobrecargas mecânicas, entender o grau da lesão, por meio de exames de imagem, assim como possíveis causas são fundamentais para a programação do tratamento adequado.

1.2 FRATURAS DA CLAVICULA: fraturas muito comuns, muitas vezes são resolvidas com tratamento em tipóia simples. Casos que possuem grandes desvios, que colocam a pele da clavícula em risco ou que associam a outras fraturas no corpo (no caso de politraumatizados) podem necessitar de tratamento cirúrgico.

1.3 FRATURAS DE UMERO PROXIMAL: são fraturas que podem envolver varias “partes” do osso. Dependendo do tanto que estas fraturas estão desviadas, a fixação cirúrgica pode ser necessária. Nos últimos anos, implantes novos, com melhor poder de fixação, assim como cortes menores(reservados a alguns casos) têm garantido mais êxito no tratamento cirúrgico destas fraturas desafiadoras

PATOLOGIAS DO COTOVELO:

2.1 EPICONDILITE LATERAL (cotovelo de tenista): é uma inflamação que ocorre na origem dos músculos responsáveis pela extensão do punho e dedos, assim como o movimento de supinação. Na imensa maioria das vezes o tratamento conservador, com medicação, fisioterapia e em alguns casos infiltrações são suficientes para aliviar os sintomas do paciente.

2.2 EPICONDILITE MEDIAL (cotovelo de golfista) : é uma inflamação parecida com a epicondilite lateral, mas agora a dor é na região interna (medial) do cotovelo. Os músculos associados são aqueles que fletem dedos, punho e realizam a provação do antebraço.

2.3 FRATURAS DE UMERO DISTAL: fratura extremamente desafiadora para o ortopedista, geralmente são fraturas multifragmentares, que necessitam de redução aberta e fixação meticulosa dos fragmentos, principalmente na área articular. Equipamenta adequado e equipe treinada são fundamentais para o sucesso.

2.4 FRATURAS DA CABEÇA DO RÁDIO: a fratura mais comum do cotovelo, na maioria das vezes pode ser tratada mesmo sem gesso. Alguns casos, com desvios maiores, podem necessitar de fixação cirúrgica.